Oxalá - Saudação: Oxalá Yê, meu Pai! Exê Babá! - Significado: O Sr. realiza! Obrigado Pai!
Logunã - Saudação: Olha o Tempo minha mãe! - Significado: Olha o Tempo minha mãe!
Oxum - Saudação: Ora Yê iê, ô! - Significado: Olha por nós, Mãezinha!
Oxumaré - Saudação: Arroboboi! - Significado: Senhor das Águas Supremas!
Obá - Saudação: Akirô Oba Yê! - Significado: Eu saúdo o seu Conhecimento Senhora da Terra!
Xangô - Kaô Kabecilê! - Significado: Permita-me vê-lo, Majestade!
Oro Iná - Saudação: Kali Yê, minha Mãe! - Significado: Salve a Senhora Negra! minha Mãe!
Ogum - Saudação: Ogum Yè, meu Pai! - Significado: Salve o Senhor da Guerra!
Iansã - Saudação: Eparrei, Iansã! - Significado: Salve o raio, Iansã!
Obaluaê - Saudação: Atotô, meu Pai! - Significado: Peço quietude, meu Pai!
Nanã Buruquê - Saudação: Saluba Nanã! - Significado: Salve a Mãe das águas Pantaneiras!
Iemanjá - Saudação: Adoci-yaba ou Odoiá, minha Mãe! - Significado: Salve a Senhora da Água!
Omolú - Atotô, meu Pai! ou Omolú Yê! - significado: Peço quietude meu Pai! Salve o Senhor Omolú!
Exu - Saudação: Laroyê(olhe por mim), Exu! Exu Omojubá - Significado: Vós sois grande, Exu! ou Eu me curvo a ti, vós sois poderoso, Exu!
Pombagira - Saudação: Salve a Senhora Pombagira! Pombariea saravá! - Significado: Salve a Senhora Pombagira! Pombagira saravá!
Exu Mirim - Saudação: Laroyê Exu Mirim! - Significado: Olhe por mim, Exu Mirim!
Pretos-velhos - Saudação: Adorê as almas!
Caboclos - Saudação: Okê Caboclo! - Significado: Dê seu brado, Caboclo!
Crianças - Saudação: Oni Veijada! - Significado: Salve os irmãos do altar!
Sereias - Saudação: Adoci-yaba!! - Significado: Salve as mães da água!
Baianos - Saudação: É da Bahia! ou Salve a Bahia, meu Pai!
Marinheiros- Saudação: Salve a Marujada! ou Salve o Povo do Mar
Boiadeiros - Saudação: Jetuá, Biadeiro! ou Marambá
Ciganos - Saudação: Salve o Povo do Oriente! ou Salve Santa Sara Kali!
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
domingo, 27 de novembro de 2016
Reflexão para a noite
OS INFORTÚNIOS OCULTOS
Nas grandes calamidades, a caridade se agita, e vêem-se generosos impulsos para reparar os desastres. Mas, ao lado desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares, que passam desapercebidos, de pessoas que jazem num miserável catre, sem se queixarem. São esses os infortúnios discretos e ocultos, que a verdadeira generosidade sabe descobrir, sem esperar que venham pedir assistência.
Quem
é aquela senhora de ar distinto, de trajes simples mas bem cuidados,
seguida de uma jovem que também se veste modestamente? Entra numa casa
de aspecto miserável, onde sem dúvida é conhecida, pois à porta é
saudada com respeito. Para onde vai? Sobe até a água furtada: lá vive
uma mãe de família, rodeada pelos filhos pequenos. À sua chegada, a
alegria brilha naqueles rostos emagrecidos. É que ela vem acalmar todas
as suas dores. Traz o necessário, acompanhado de suaves e consoladoras
palavras, que fazem aceitar a ajuda sem constrangimentos, pois esses
infortunados não são profissionais de mendicância. O pai se encontra no
hospital, e durante esse tempo à mãe não pode suprir as necessidades.
Graças
a ela, essas pobres crianças não sofrerão nem frio nem fome; irão à
escola suficientemente agasalhados e no seio da mãe não faltará o leite
para os menorzinhos. Se uma entre elas adoece, não lhe repugnará
prestar-lhe os cuidados materiais. Dali seguirá para o hospital, levar
ao pai algum consolo e tranqüilizá-lo quanto à sorte da família. Na
esquina, uma carruagem a espera, verdadeiro depósito de tudo o que vai
levar aos protegidos, que visita sucessivamente. Não lhes pergunta pela
crença nem pelas opiniões, porque, para ela, todos os homens são irmãos e
filhos de Deus. Finda a visita, ela diz a si mesma: Comecei bem o meu
dia. Qual é o seu nome? Onde mora? Ninguém o sabe. Para os infelizes,
tem um nome que não revela a ninguém, mas é o anjo da consolação. E, à
noite, um concerto de bênçãos se eleva por ela ao Criador: católicos,
judeus, protestantes, todos a bendizem.
Por
que se veste tão simplesmente? Para não ferir a miséria com o seu luxo.
Por que se faz acompanhar da filha adolescente? Para lhe ensinar como
se deve praticar a beneficência. A filha também quer fazer a caridade,
mas a mãe lhe diz: “Que podes dar, minha filha, se nada tens de teu? Se
te entrego alguma coisa para dares aos outros, que mérito terás? Serei
eu, na verdade, quem farei a caridade, e tu quem terás o mérito? Isso
não é justo. Quando formos visitar os doentes, ajudar-me as a cuidar
deles, pois dar-lhes cuidados é dar alguma coisa. Isso não te parece
suficiente? Nada mais simples: aprende a fazer costuras úteis, e assim
confeccionarás roupinhas para essas crianças, podendo dar-lhes alguma
coisa de ti mesma”. É assim que esta mãe verdadeiramente cristã vai
formando sua filha das virtudes ensinadas pelo Cristo. É espírita? Que
importa?
Para o meio em que vive, é a mulher do mundo, pois sua posição o
exige; mas ignoram o que ela faz, mesmo porque não lhe interessa outra
aprovação que a de Deus e da sua própria consciência. Um dia, porém, uma
circunstância imprevista leva à sua casa uma de suas protegidas, para
lhe oferecer trabalhos manuais. “Psiu! — diz-lhe ela. Não contes a
ninguém!” Assim falava Jesus.
Extraído de O Evangelho segundo o Espiritismo, XIII,4
sábado, 26 de novembro de 2016
A PRIMEIRA TENDA DE UMBANDA
Residência de Zélio de Moraes, a primeira
sede da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, na Rua Floriano Peixoto
n° 30, Neves, São Gonçalo.
A
manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas, ocorrida na Federação
Espírita de Niterói em 15 de novembro de 1908 e a fundação, no dia
seguinte, da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, na Rua Floriano
Peixoto n° 30 (Neves, São Gonçalo - residência de Zélio de Moraes)
constituem o marco fundador da Umbanda.
Tal fato reflete-se na vasta literatura dedicada à
Umbanda, presente em livros, revistas, páginas da internet, em trabalhos
acadêmicos (artigos, dissertações e teses). Observa-se também, pelo
reconhecimento oficial do poder público, desde as diversas homenagens
prestadas por Câmaras Municipais e Assembléias Legislativas à figura de
Zélio de Moraes até a promulgação por parte da Presidência da República
da Lei 12.644 de 17 de maio de 2012 que institui a data de 15 de
novembro como o Dia Nacional da Umbanda, a ser comemorado anualmente em
todo o país
Imagem do Chefe - o Caboclo das Sete Encruzilhadas, fundador Umbanda e da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.
No dia 15 de
novembro de 1908, em uma Sessão da Federação Espírita do Rio de Janeiro à
qual o jovem Zélio de Moraes (na época com 17 anos) havia sido levado
devido a um grave problema de saúde que os médicos não conseguiam curar,
manifestou-se pela primeira vez o Caboclo das Sete Encruzilhadas.
Iniciada a
Sessão, começaram a se manifestar diversos espíritos de negros escravos e
indígenas nos médiuns presentes, sendo esses espíritos convidados a se
retirar pelo dirigente José de Souza (Zeca) que os julgava atrasados sob
o ponto de vista espiritual, cultural e moral. Foi então que o Caboclo
das Sete Encruzilhadas, enviado nesta missão por Santo Agostinho,
proferiu um discurso de defesa das entidades que ali estavam
presentes uma vez que estavam sendo discriminadas pela diferença de cor e
classe social, características dos espíritos enquanto encarnados
vivendo sob os desígnios da sociedade terrena.
A Guia dos Pretos ou Guia de Pai Antônio,
ditada por Pai Antônio, esta Guia é utilizada por todos os membros do
corpo mediúnico da Tenda da Piedade
Os dirigentes da
reunião espírita tentaram afastar o próprio Caboclo das Sete
Encruzilhadas, quando então este avisou que, se não havia espaço ali
para manifestação dos espíritos de negros e índios considerados
atrasados, seria fundado por ele mesmo, na noite seguinte, na casa de
Zélio, um novo culto onde tais entidades poderiam exercer a missão da
caridade. Perguntado sobre se alguém iria participar deste culto, veio a
resposta: "Botarei no cume de cada montanha que circula Neves, uma
trombeta tocando, anunciando a presença de uma Tenda Espírita onde o
Preto e o Caboclo possam trabalhar".
Às 20 horas do
dia seguinte, em 16 de novembro de 1908, em meio a uma pequena multidão
de amigos, parentes, curiosos e kardecistas presentes na Sessão do dia
anterior, apresentou-se novamente o Caboclo das Sete
Encruzilhadas, declarando que se iniciava a partir de então um novo
culto espírita no qual Pretos Velhos e Caboclos poderiam trabalhar.
Determinou que a
humildade visando a prática da caridade seria a característica
principal do culto; que este teria como base o Evangelho Cristão e como
mestre maior Jesus; que o uniforme utilizado pelos médiuns deveria ser
branco; que todos os atendimentos seriam gratuitos, fundando, então,
a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, destinada a abraçar a todos
os necessitados, assim como Maria abraçou o Cristo.
Os pés descalços e a roupa branca são, até hoje, utilizados pelos trabalhadores da casa, conforme as determinações do Chefe.
Seguindo as
determinações do Chefe, modo como carinhosamente chamamos até hoje o
Caboclo das Sete Encruzilhadas, e outras Entidades que posteriormente se
apresentaram por intermédio de Zélio de Moraes, sobretudo Pai Antônio
(Preto Velho) e Orixá Malet, constituiu-se o rito umbandista tal como
mais de cem anos depois é ainda praticado na Tenda Espírita Nossa
Senhora da Piedade, agora situada no município de Cachoeiras do Macacu,
Estado do Rio de Janeiro.
Considerada a
diversidade das práticas umbandistas atualmente observadas, em grande
medida marcadas por diversos graus de sincretismo com outras práticas
religiosas (sobretudo o candomblé), percebe-se com clareza que o ritual
que ainda hoje é realizado na Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade
guarda a matriz originalmente estabelecida a partir da dissidência
formalizada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas com relação à prática do
espiritismo kardecista.
Nesse sentido, justifica-se sua designação, conforme dizia o próprio Zélio de Moraes, como espiritismo de umbanda,
ou seja, uma prática fundamentada na incorporação mediúnica de
Entidades, estabelecida doutrinariamente a partir das explicações
emanadas pelos próprios espíritos tal qual organizado por Kardec em
obras como O Evangelho segundo o Espiritismo, O Livro dos Espíritos, O
Livro dos Médiuns e A Gênese, com ritual diferenciado quando comparado
ao realizado no âmbito das diversas Federações Espiritas Kardecistas.
Assim sendo, não
são observadas práticas comuns em outras agremiações umbandistas, tais
como o uso de atabaques, palmas, danças ou Sessões dirigidas por Exus.
Por outro lado, durante os trabalhos são firmados no chão os Pontos
Riscados com giz de pemba, velas, flores e bebidas específicas de cada
uma das Linhas de trabalho, ecoando no ambiente as vozes dos presentes
os Pontos Cantados: características inconfundíveis da Umbanda.
Tendo concluído a
estruturação inicial da Umbanda, o Caboclo das Sete
Encruzilhadas determinou a fundação de outras sete Tendas, criadas a
partir do corpo mediúnico da Tenda da Piedade, e da Federação
Espiritista de Umbanda, atualmente designada por União Espiritista de
Umbanda do Brasil (UEUB). Assim, passaram a existir com a função de
difundir os ensinamentos do Chefe, praticando a humildade e a caridade,
as seguintes Tendas: (1918) Tenda Espírita Nossa Senhora da Conceição,
(1927) Tenda Espírita Nossa Senhora da Guia, (1933) Tenda Espírita Santa
Bárbara, (1935) Tenda Espírita São Pedro, Tenda Espírita São Jorge,
Tenda Espírita São Jerônimo e (1939) Tenda Espírita Oxalá, algumas delas
ainda hoje em funcionamento.
A partir da
década de 1940 iniciaram-se as atividades da Tenda Espírita Nossa
Senhora da Piedade na cidade do Rio de Janeiro, passando por vários
endereços (Rua Teófilo Ottoni, Rua Borja Castro e Rua Dom Gerardo foram
os locais que por mais tempo a abrigaram). Curiosamente, todas as sedes
anteriores, inclusive a primeira, pelas quais a Tenda da Piedade já
passou foram demolidas.
Ao final da
década de 1960, com o afastamento de Zélio de Moraes da direção em razão
de sua idade avançada, os trabalhos da Tenda Espírita Nossa Senhora da
Piedade foram continuados conforme as determinações do Chefe e das
Entidades responsáveis sob a liderança de seus descendentes diretos,
primeiramente as filhas Zélia de Moraes Lacerda seguida de Zilméa Moraes
da Cunha. Atualmente, a Tenda é dirigida por Lygia Maria Marinho da
Cunha (neta de Zélio de Moraes, filha de Zilméa), apoiada por seus
filhos (bisnetos de Zélio) Marcelo Cunha dos Santos e Leonardo Cunha dos
Santos (que atualmente ocupa o cargo de Vice-Presidente da TENSP).
Pedras e Minérios dos Orixás na Umbanda
As pedras e os minerais funcionam como irradiadores e condensadores de energias e ondas que podem ser direcionadas a alguém ou a algum lugar mentalmente. As pedras possuem vibrações próprias e trazem para o Templo ou Ambiente de Trabalhos as forças dos locais de onde foram retiradas.
Linha Cristalina ou da Fé:
Oxalá - Pedra: Quartzo transparente - Minério: Ouro
Logunã - Pedra: Quartzo fumê rutilado - Minério: Estanho
Linha Mineral ou do Amor
Oxum - Pedra: Ametista - Minério: Cobre
Oxumaré - Pedra: Opala - Minério: Antimônio
Linha Vegetal ou do Conhecimento
Oxóssi - Pedra: Esmeralda Amazonita - Minério: Manganês, Madeira Petrificada
Obá - Pedra: Calcedônia, Madeira petrificada - Mineral: Hematita
Linha Ígnea ou da Justiça
Xangô - Pedra: Pedra-do-sol, topázio imperial - Minério: Pirita
Oro Iná - Pedra: Topázio imperial, ágata de fofo - Minério: Magnetita
Linha Eólica ou da Lei
Ogum - Pedra: Rubi, Granada, Sodalita - Minério: Ferro
Iansã - Pedra: Citrino - Mineral: Níquel
Linha Telúrica ou da Evolução
Obaluaê - Pedra: Turmalina, Obsidiana - Mineral: Cassiterita
Nanã - Pedra: Rubelita, Safira - Mineral: Prata
Linha Aquática ou da Evolução
Iemanjá - Pedra: Diamante, Água-marinha, Minério: Platina
Omolu - Pedra: Ônix preto - Minério: Molibdenita
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Cores das Velas dos Orixás na Umbanda
Oxalá - Cores representativas: branco, cristalino, furta-cor - vela branca
Logunã - Cores representativas: Azul-escuro, branco - vela azul-escuro
Oxum - Cores representativas: rosa, dourado, azul-claro, amarelo, branco - vela rosa
Oxumaré - Cores representativas: azul-turquesa, furta-cor, branco - vela azul-celeste
Oxóssi - Cores representativas: verde, azu-escuro, branco - vela verde
Obá - Cores representativas: Magenta, dourado, vermelho, branco - vela magenta
Xangô - Cores representativas: Marrom-claro, dourado, vermelho, branco - vela marrom
Oro Iná - Cores representativas: Laranja, dourado, vermelho, branco -vela laranja
Ogum - Cores representativas: Azul-escuro, prateado, vermelho, branco - vela vermelha
Iansã - Cores representativas: Amarelo, dourado, coral, branco - vela amarela
Obaluaê - Cores representativas: Branco, prateado, violeta - vela violeta
Nanã - Cores representativas: Lilás, azul-claro, branco - vela lilás
Iemanjá - Cores representativas: Branco-azulado -prateado - azul - branco - vela azul
Omolu - Cores representativas: Branco, roxo - vela roxa
Exú - Cores representativas: Preto, vermelho - vela preta
Pombagira -Cores representativas: vermelho, preto - vela vermelha
Oração pelo Amor
"Senhor,
Estamos exaustos devido os caminhos tortuosos que escolhemos seguir:
Escolhemos o desamor e tombamos na decepção e na revolta,
Assegura-nos rumos novos.
Ante o convite da ilusão, fortifica-nos para fugirmos dos e atalhos e aderirmos à Verdade.
Falta-nos força e coragem para amar como deveríamos. Por isso Te rogamos que supra nossas inibições.
Encoraja-nos a zelar com carinho por aqueles que deliberadamente não nos querem bem.
Amplia-nos o discernimento no uso do equilibrio com quantos fortalecem com amor Tua participação em nossos passos.
Jesus, ensina-nos o amor para que vivamos no coração os sublimes sentimentos que há muito louvamos na palavra e esquecemos ou não sabemos como aplicar.
Permita-nos aprender a gostar da vida e amar a nós mesmos, enaltecendo o mundo com a cooperação na Obra Excelsa do Pai e celebrando o mundo com a cooperação na Obra excelsa do Pai e celebrando a dádiva da vida em nossos caminhos de cada dia.
Pela súplica sincera que brota de nossa alma nesta hora, de nós receba, hoje e sempre, a gratidão de quantos te devem tanto por receber mais que merecemos do Teu inesgotável amor.
Obrigada, Senhor!"
Estamos exaustos devido os caminhos tortuosos que escolhemos seguir:
Escolhemos o desamor e tombamos na decepção e na revolta,
Assegura-nos rumos novos.
Ante o convite da ilusão, fortifica-nos para fugirmos dos e atalhos e aderirmos à Verdade.
Falta-nos força e coragem para amar como deveríamos. Por isso Te rogamos que supra nossas inibições.
Encoraja-nos a zelar com carinho por aqueles que deliberadamente não nos querem bem.
Amplia-nos o discernimento no uso do equilibrio com quantos fortalecem com amor Tua participação em nossos passos.
Jesus, ensina-nos o amor para que vivamos no coração os sublimes sentimentos que há muito louvamos na palavra e esquecemos ou não sabemos como aplicar.
Permita-nos aprender a gostar da vida e amar a nós mesmos, enaltecendo o mundo com a cooperação na Obra Excelsa do Pai e celebrando o mundo com a cooperação na Obra excelsa do Pai e celebrando a dádiva da vida em nossos caminhos de cada dia.
Pela súplica sincera que brota de nossa alma nesta hora, de nós receba, hoje e sempre, a gratidão de quantos te devem tanto por receber mais que merecemos do Teu inesgotável amor.
Obrigada, Senhor!"
Prece feita pelo Espírito Ermance Dufaux, no prefácio do Livro
Escutando Sentimentos - A atitude de amar-nos como merecemos, Editora Dufaux
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